quinta-feira, 4 de novembro de 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

SURF MUNDIAL ESTÁ DE LUTO COM A MORTE DE ANDY IRONS

Andy Irons, surfista maior que a onda, sai de cena e deixa legado gigante

Andy Irons não cabia na onda. Tanto que rasgava uma atrás da outra em aéreos que viraram referência mundial. Não cabia também dentro dele mesmo - a cada conquista orgulhava-se de mergulhar em festas e bebidas. Muito menos cabia no papel de coadjuvante relegado aos súditos de Kelly Slater. Encarou o mito sem medo e foi o único a incomodá-lo de fato. Gigante, perdeu sua batalha final de forma surpreendente e acima de tudo irônica, vítima de uma doença transmitida por um frágil mosquito. Aos 32 anos, o havaiano sai de cena, mas deixa um legado histórico.

Andy Irons Mundial de Trestles

Nascido em Kauai, no Havaí, no dia 24 de julho de 1978, Irons não conseguiu voltar para casa neste início de novembro de 2010. De Portugal, onde disputou uma etapa do Circuito Mundial, voou para Porto Rico, mas já não estava se sentindo bem. Incapaz de disputar suas baterias, decidiu se recolher no Havaí. No meio do caminho, a escala em Dallas. Hospedado num hotel, com dengue hemorrágica, foi encontrado morto por um funcionário pouco depois das 10h de terça-feira.

Clique e confira a galeria com as imagens da carreira de Andy Irons no Circuito Mundial

O drama de Andy ganha contornos ainda mais tristes pelo estado da sua esposa, Lyndie. A modelo californiana está grávida de oito meses, esperando para dezembro o filho do casal. Os dois se conheceram em 2003, quando o surfista estava no auge, prestes a conquistar o segundo dos seus três títulos mundiais consecutivos. Mas a relação com as pranchas começou bem antes disso.










O garoto havaiano começou a surfar aos 8 anos e influenciou rapidamente o irmão mais novo, Bruce Irons, que também competiu no circuito profissional. A primeira vitória de Andy veio em 1996. A primeira na elite apareceu dois anos depois, em Huntington Beach.

A glória começaria a cruzar seu caminho em 2002, quando embolsou quatro etapas do Circuito, incluindo a última, em casa, para faturar o primeiro título mundial. Naquele ano, Slater ainda ensaiava um retorno às ondas após três anos de pausa. Ficou com um modesto nono lugar. Coube a Irons deixar sete australianos para trás, incluindo gente do calibre de Mick Fanning, Joel Parkinson e Taj Burrow.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Bodyboarder de 19 anos é atacado e morto por tubarão

Um tubarão que media de quatro a seis metros de comprimento atacou e matou, nesta sexta-feira, um jovem bodyboarder de 19 anos na praia de Vandenberg Air Force Base, na Costa Central da Califórnia.

O rapaz foi identificado como Lucas Ransom McKain, de Romoland, no Condado de Riverside na Califórnia. O ataque ocorreu no início da manhã e quando as autoridades forenses do Condado de Santa Barbara chegaram, Ransom tinha sido declarado morto. Ele foi socorrido pelo amigo Matthew Garcia até a areia.

De acordo com o xerife de Santa Barbara, Ransom estava praticando bodyboard a 100 metros da praia "quando um tubarão de repente o afundou. Ransom sofreu uma grave lesão na perna esquerda e, aparentemente, morreu pouco depois".

Após o ataque, três praias da região, Surf, Wall e Minuteman foram fechadas por três dias e as autoridades estaduais e federais estão tentando identificar o tubarão que atacou o menino.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Itacaré o paraíso do surf Nordestino



Boas ondas, cachoeiras, trilhas e alto e alto astral na Bahia

Por Jackson Batista

Cidade do surfe, Havaí baiano, paraíso das ondas, meca do surfe. Seja qual for o apelido, uma coisa é certa: Itacaré se destacou no cenário mundial pelas boas ondas cercadas por uma natureza exuberante e se tornou o palco mundial do surfe na Bahia.
As ondas em Itacaré são boas para a prática do surfe durante todas as estações do ano: possuem boa altura no verão, mas é no inverno que atingem a melhor forma. De junho a setembro, elas podem chegar a 3 metros. A dica é do presidente da Associação de Surf de Itacaré, Miguel Reis, 39 anos. Nativo da região, onde surfa desde os 13 anos, ele afirma que há praias para todos os níveis. Para os iniciantes, vale fazer aulas em algumas das escolas da cidade. Para os mais experientes, as ondas "quilométricas" da Boca da Barra são um atrativo a mais.
Todos esses encantos naturais são reforçados pelos eventos de surfe que ocorrem durante o ano. Rolam desde campeonatos locais, como também as competições estrangeiras e nacionais de maior porte, a exemplo do Pena Surf Pró Nordeste, que acontece entre os dias 10 e 12 de setembro, na Praia da Tiririca, válido pela 19ª regional do Brasil Tour 2010.


Praias do surfe
Praia com onda em Itacaré é fácil de encontrar. Difícil é escolher. Cada uma tem sua característica própria. O Guia do Litoral conversou com surfistas da região e fez uma lista dos três melhores picos do surfe.
Tiririca - A pequena praia fica bem próxima ao centro da cidade e é o principal point dos surfistas. Tem ondas durante todo o ano, com formações constantes e tubulares. As ondas fortes e cavadas atraem surfistas de todo o mundo. É por isso que Tiririca se tornou o palco de quase todas as competições que acontecem na região.
Engenhoca - Mais afastada do centro da cidade, é uma combinação de boas ondas e natureza semi-virgem. Com a beleza do local e a garantia de ondas fáceis e manobráveis, é ideal para quem está começando no esporte.

Boca da Barra - é uma das poucas praias que não tem onda durante o verão. O espetáculo aí acontece no inverno, quando ondas quilométricas surgem no encontro do Rio de Contas com o mar. Os bancos de areia proporcionam a formações de ondas extensas e perfeitas, que podem durar até mais de dois minutos. Uma dica de surfista: "na Boca tem uma das ondas mais longas do país. Mas não é sempre que elas aparecem. Quem vem atrás dessas ondas não tem garantia nenhuma que irão encontrar. Mas vale a pena arriscar", adverte Miguel.
Aos surfistas novatos, um aviso: a Boca da Barra é famosa também por sua correnteza forte e ondas grandes. Essa combinação pode ser um risco para os iniciantes.
Aos que tiverem mais tempo para descobrir Itacaré, vale a pena conferir as fortes ondas da Prainha, acessível somente por uma trilha de 40 minutos através da mata atlântica; ou curtir a bela Ribeira, a última das praias próximas ao centro da cidade. Outra opção é ir mais longe até Serra Grande, aproveitando a bela vista do alto, ou fazer uma caminhada para chegar à deserta Jeribucaçu.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Aracaju capital do Surf Nordestino

No Havaizinho da Praia da Atalaia, Aracaju, Sergipe, na disputa da categoria Open, o atleta cearense de apenas dezessete anos, Thomas Demétrio, superando o potiguar atual bicampeão, André Fagundes, 28, vice, o sergipano Kayan Barbosa, 20, terceiro, e ao cearense líder José Wilson, 21, quarto na final, adiando a definição da temporada na qual ele abriu com primeiro e segundo lugar, colocação que bastaria para lhe sagrar o melhor de 2010.

Na Júnior (Sub-18), onde Diego Mendes, outro cearense, perdeu precocemente mas manteve-se líder, o primeiro em Aracaju, foi seu conterrâneo Ícaro Lopes, 18, segundo pelo potiguar Carlos Rodrigues, 16, vice, ambos se mantendo com chances na temporada, que nesta disputa até dezoito anos levou ao pódio dois surfistas vencedores em categorias mais novas, o terceiro colocado Rafael Venuto, de apenas 12 anos, que já vencera à iniciante (Sub-14), e Johne Fran, 15, que foi o melhor na Mirim, de máximos dezesseis anos.
Por: Chico Padilha
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